O Brasil registrou mais de 345 mil casos prováveis de dengue de 31 de dezembro de 2023 a 5 de fevereiro de 2024, segundo dados publicados no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. O avanço do número de casos indicam a importância do monitoramento, cuidado e medidas de prevenção relacionadas à dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Conforme o Ministério da Saúde, medidas simples podem ser realizadas por toda a população, ajudando na redução dos focos de proliferação do mosquito. Dentre as ações estão: manter a caixa d’água bem fechada, colocar areia nos vasos de plantas, guardar pneus em locais cobertos, não acumular lixo ou entulhos, esvaziar garrafas e potes.
A população também pode atuar no combate e redução de casos, dando suporte ao trabalho dos agentes de combate às endemias (ACEs) e dos agentes comunitários de saúde (ACSs) essenciais para a promoção da saúde.
No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, há 61 mil agentes de combate às endemias que atuam na vigilância epidemiológica e ambiental, na prevenção e controle de doenças e na promoção da saúde. Além disso, há 265 mil agentes comunitários atuantes no campo da saúde da família, na prevenção de doenças e na promoção da saúde, em ações domiciliares, comunitárias, individuais e coletivas.
De acordo com a Federação Nacional de Agentes Comunitários de Saúde (Fenasce), o país tinha, em 2023, cerca de 291 mil agentes de saúde e 100 mil agentes para combate às endemias. Em 2022, o país possuía cerca de 400 mil agentes.
Segundo o Ministério da Saúde, em 2023 foram formados mais de 170 mil ACS e ACE. A expectativa é formar mais de 300 mil profissionais no âmbito do SUS até o fim de 2026.
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